Meu nome é Eleonora e aqui não tem só produção.

Esse lance de escrever sobre quem a gente admira, simplesmente porque essas pessoas de alguma forma te inspiram, mesmo que você não as conheça bem, é algo tão, tão, mas tão maravilhoso, que a vontade é de não parar nunca. Se antes eu achava que escreveria sobre cinco mulheres incríveis, hoje eu já penso em dez. E quando atingir a meta, talvez eu dobre a meta… porque mulheres fortes e guerreiras tem de monte por aí, e cara, eu realmente conheço várias.

E sabe o que é mais legal? É que virou uma troca tão gostosa! Porque antes de uma pessoa virar texto, tem troca de mensagens, de carinho, de elogio mútuo, de identificação. Tudo de graça. Tudo sincero. E vira uma corrente do bem, saca? Uma sororidade linda de se ver. Ah, se o mundo fosse mais assim…

E hoje vim aqui pra falar de uma pessoa que é quase uma personagem. Ela é tão ela, que parece que foi escrita. Estou aqui pra falar de outra produtora incrível. Outra mulher linda por dentro e por fora, que levanta e carrega uma bandeira. Que não fica em cima do muro. Que não se esconde. Apresento-lhes….. tanananammmmmm… Eleonora.


Lembro do dia que de fato posso dizer que a conheci. Ela chegou na agência atrasada (já me identifiquei de primeira), reclamando toda esbaforida (mais uma identificação), mostrando o peito pra todo mundo, dizendo simplesmente que QUEIMOU as peitchucas com o FERRO de passar roupa. Daí meu bem, nesse momento, foi identificação instantânea, porque esse tipo de coisa com certeza poderia acontecer comigo, uma destrambelhada com muitos anos de experiência.

Depois dessa pequena apresentação, trabalhamos pouco tempo juntas, mas posso dizer que gostei mesmo dela, e de graça. E depois, quando soube que ela era leonina, então… foi amor à primeira vista, né?

Abre parênteses.

Quando um leonino descobre outro leonino no mesmo círculo, duas coisas podem acontecer: ou vira competição ou rola uma conexão do tipo “eu te entendo, eu sei como é ser tão foda e ter que lidar com isso, tamo junto, parceiro”… Piadinhas arrogantes e cretinas à parte, o fato é que eu tenho uma porrada de amigo leonino que até parece uma seita, saca? Pode ser destino ou coincidência, mas juro, acho que tem um lance cósmico meisxxxmo aí.

Fecha parênteses.

Dona de um puta astral, toda desbocada, toda sensível, toda alegre, toda brava. Xinga, ama, grita, abraça, tudo ao mesmo tempo agora. Inteeeeensa. Delícia! Porque gente morna não dá, né? Não aceitamos nada morno por aqui, nem banho e nem chá. E Eleonora é esse furacão aí. É um furacão trabalhando, ou resgatando animais abandonados, ou reclamando de um bofe nas redes sociais, ou torcendo loucamente pelo Palmeiras ou fugindo de borboletas. Sim, ela tem medo de b-o-r-b-o-l-e-t-a-s! – mas como eu tenho medo de peixe, quem sou eu para julgar, não é mesmo???

E esse furacão em forma de gente, parece não ter medo de nada. Não tem medo de se jogar na vida, de mostrar seu tesão, de se arriscar por uma história de amor, de deixar claro que o sangue que corre nas veias tem glóbulos, plaquetas e um tantinho de pimenta. E ele ferve, mermão.

Não tem medo de correr atrás do que quer, vai de São Paulo a Campinas para ter apenas uma noite de amor (mesmo que seja pra chegar lá e não encontrar “grande” coisa). Não tem medo de experimentar coisas novas (como um cara que se encantou com seu pé e quis sim transar com ele – beijar, lamber, lavar e secar AND como não bastasse tudo isso, ao invés de dormir de conchinha, dormiu do avesso – tipo, really?). Não tem medo de encarar um torcedor são-paulino no bar perto do estádio, discutir até dizer chega e depois ainda virar namorada dele (um clássico, né?). Não tem medo de expor seus medos, angústias e desejos escancarados em textos na internet (só pra gente ter ainda mais um lance em comum nessa vida).

Enfim… Eleonora não tem medo de falar que levou fora, que o coração está partido, de apontar o dedo, de dizer que está triste, de dizer que ama, de mandar todo mundo à merda. E não tem medo de se mostrar, de se sentir sexy, feminina, forte ou vulnerável. Isso me cheira à verdade, sabe? Então virei fã. Às vezes olho o Instagram dela e me emociono, rio, me divirto, me impressiono. Me impressiono merrrrmo! Porque o furacão é tudo “ÃO”! Bocão, peitão, bundão, coxão, corpão. Sem miséria. Uma fartura de mulher. Pode isso, produção? Pode, quem é louco de falar com não?

Então, já que é pra causar, vamos ao que interessa. Eleonora, esse mulherão. Em caras, bocas, tatuagens e frases.

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Um plus: uma pequena pílula que representa o que é Eleonora, contada por ela mesmo.

“Porra, teve uma vez que eu estava tendo um lance com um cara só pelo celular. Eu estava toda entusiasmada, a gente trocava mensagens picantes, mandava nudes um pro outro, o clima esquentou muito e na hora da gente se encontrar o cara peidou na farofa. Sumiu. Por muito tempo…  E depois de semanas, DO NADA, ele me aparece e simplesmente continua de onde parou me pedindo nudes, como se nada tivesse acontecido. Oi??? Metendo o louco? Mete o louco, mas pelo menos mete o pau, né?”.

E isso ainda virou meme e foi parar no Instagram, porque nossa personagem não perdoa.

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É queridão, eu entendo a fuga, o medinho… é que tem que ser muito homem pra encarar uma mulher dessa, né não?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Escrito por

Oi! Sou Ana Ferrari.  Produtora de eventos, de filha bonita, de situações ridículas e de trapalhadas aleatórias. Especialista em perder coisas, fazer besteira, viver a vida e dar risada de si mesma.  PHD em crises existenciais que chegam antes dos 40 anos. Paulistana convicta com coração carioca. Leonina até dizer chega. Nem de direita, nem de esquerda. Interessada em igreja, centro, templo e terreiro. Experiente no luxo, no lixo e na luxúria, com vivência no erudito e no popular. Praticante de artes marciais, degustações de café, vinho e seriados. Aprendiz de escritora, de viajante e de violonista. E agora, de blogueira. ​ Pode isso, produção???

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