Happy end

Sim, estou falando de um final feliz, mas não aquele de novela e nem de filme romântico…  É ooooutra coisa!

Até bem pouco tempo atrás, confesso que era esse o único “Happy End” que eu conhecia (sabe de nada, inocente!), mas ano passado com esse “boom” de amigos que foram pra Tailândia, eu descobri que existe um outro tipo de final feliz nesse mundo… – metade da minha timeline do Facebook viajou pra lá, acho que estava em oferta… só que eu não recebi a propaganda da promoção… uma pena! (#recalque #invejinhabranca, a gente vê por aqui). Enfim, prosseguindo…

Quem nunca ouviu falar em massagem tailandesa??? Parece que além de todo relaxamento e benefícios que traz para a saúde, dependendo da casa de massagem que você vá, depois de toda aquela pegada medicinal, por 10 dólares a mais você ganha um super final feliz! Que nada mais é do que uma boa e bela PUNHETA. Fantástico, não? Então, querida, se você sonha em passar a lua-de-mel na Tailândia, não queira ter exclusividade sobre o pau do seu marido. É um lance cultural e eu sou sempre a favor de vivenciar experiências completas nas viagens, então jamais privaria alguém de receber um “happy end” tailandês. Se eu fosse homem, já reservaria 10 dólares todos os dias facilmente. Mas você tem ciúme, ou não sabe lidar? Fique tranquila, Paris é bem mais perto.

Mas agora vamos à outra história… uma história que não é minha… que é de uma amiga, de uma amiga, de uma amiga… e eu não vou revelar nomes porque em tempos de redes sociais e conforme a “teoria dos seis graus de separação”* é muito fácil chegar ao nome real do pecador personagem principal. Nunca contei uma história que não seja minha, mas acho que essa vale, viu? Então vamos lá:

Dolores vai casar (Dolores é um nome ótimo para personagem fictício, não?).

Dolores então compra um daqueles famosos “dia da noiva” num salão de beleza carérrimo de um desses maquiadores top top top de Sampa.

Dolores faz as unhas. Dolores faz o cabelo. Dolores faz a maquiagem. E Dolores resolve fazer o quê? Uma massagem. Dolores estranha o fato de ter que vestir uma calcinha de papel do salão, mas logo lembra que faz todo o sentido, afinal assim não sujaria sua lingerie, e o melhor seria, com certeza, usar uma calcinha descartável.

Dolores, que é uma mulher daquelas espetaculares e espetaculosas, é recebida por um massagista. Homem. Moreno, alto, bonito e sensual. Mas Dolores vai casar e nem pensa naquilo que eu todo mundo pensaria….

Óleo no corpo. Toque vai, toque vem, aperta nuca, massageia pescoço, vai para os ombros, desce pelas costas, desliza pela lombar e…

Rasga a calcinha descartável com tudo…

e…

galvao

É Tetraaaaaaaaa, Dolores! Vai que é sua! Ganhou um super happy end!!!

E você faz logo uma correlação na sua cabeça e pensa que Dolores ganhou uma “tocadinha” no estilo dedilhada do Slash em Sweet Child o’ Mine**… mas nananinanão… ele pensou que era uva e chupoooou! E tudo que Dolores conseguiu dizer foi: “vou fingir que nem estou vendo, continua…”

Chupa que é de uva, massagista!

Ela comprou o “dia da noiva” e ganhou a despedida de solteiro!!! Isso é ou não é um super FINAL FELIZ???

P.s: não adianta pedir o endereço do salão porque eu não tenho.

* Teoria dos 6 graus de separação: Uma teoria bastante popular que diz que cada indivíduo no mundo está a seis graus de qualquer outra pessoa. Ou seja, seriam necessários no máximo seis laços de amizade para você chegar a pessoas como Barack Obama ou o Papa (eu juro que chego em 4 graus em qualquer um desses dois… não é maluco isso?)

** Slash é o guitarrista da banda Guns´n Roses e faz um solo como ninguém na música Sweet Child o’ Mine. É muita habilidade com os dedos, uma loucura. Veja a dedilhada e aproveite para lembrar da época que o Axl era absurdamente sensacional.

Escrito por

Oi! Sou Ana Ferrari.  Produtora de eventos, de filha bonita, de situações ridículas e de trapalhadas aleatórias. Especialista em perder coisas, fazer besteira, viver a vida e dar risada de si mesma.  PHD em crises existenciais que chegam antes dos 40 anos. Paulistana convicta com coração carioca. Leonina até dizer chega. Nem de direita, nem de esquerda. Interessada em igreja, centro, templo e terreiro. Experiente no luxo, no lixo e na luxúria, com vivência no erudito e no popular. Praticante de artes marciais, degustações de café, vinho e seriados. Aprendiz de escritora, de viajante e de violonista. E agora, de blogueira. ​ Pode isso, produção???

2 comentários em “Happy end

  1. Miga, me senti na obrigação de comentar esse texto hehe! Existem diversos tipos de massagem e há uma GRANDE diferença entre massagem tailandesa e massagem tântrica. Eu entendi perfeitamente que no seu texto, vc referia-se à tailandesa, inclusive a de despedida de solteiro da Dolores rsrs, até porque eu fiz o curso de massagem tântrica (siiiiiiiiiim, acho que nunca te contei isso) e garanto ser bem diferente! Há um “happy end” se vc pensa em orgasmo, mas o esquema, objetivo, técnicas, profissionais, enfim, tudo bem diferente. Caso não conheça e queira detalhes sobre o tantra (que eu acho que NINGUÉM, eu repito NINGUÉM deveria passar nesse mundo sem fazer uma massagem dessa), me chama e tomamos um café hehe. Bjo

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